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Avaliação do índice de massa corporal da população escolar do 1º ciclo do Ensino Básico do concelho Versão para impressão

 

Linha de investigação

 

Avaliação do índice de massa corporal da população escolar do 1º ciclo do Ensino Básico do concelho de Fafe

Equipa:

Domingos Silva (IESF)

Jaime Silva (IESF)

Sofia Silva (IESF)

Joana Carvalho (IESF)

Apresentação:

O Índice de Massa Corporal (IMC) é a medida mais utilizada para medir o status de saúde. O diagnóstico nutricional, segundo o IMC, classifica o peso em categorias de risco de saúde. Para crianças e adolescentes, as subdivisões são: i) magreza (abaixo do percentil 5), ii) normoponderalidade (³percentil 5 e ³percentil 85 e ³percentil 95). Assim, uma criança ou adolescente com IMC abaixo do percentil 5, é classificada como estando com subpeso, o que indica uma desordem no comportamento alimentar ou a manifestação de um estado de doença. Por sua vez, se o resultado estiver acima do percentil 95, ou seja, obesidade, alguns dos problemas que estão associados incluem diabetes tipo 2, dislipidémia, hipertensão arterial, doença cardíaca coronária, doença vesicular, apneia obstrutiva do sono, e certas formas de cancro. Assim, percebe-se que para além dos benefícios na saúde e bem-estar individual resultantes da normoponderalidade, as despesas com a saúde no tratamento da obesidade não apenas tem repercussões na saúde bio-psico-social da pessoal, como também esta doença custa muito ao erário público. O ideal no despiste de estados de excesso de peso e obesidade seria a mensuração da gordura no panículo adiposo, porém, isto é de difícil operacionalização, pois não apenas é moroso, como o equipamento é relativamente dispendioso e necessita de técnicos especializados, pelo que o recurso a métodos mais expeditos se apresente como a solução. Daí a opção pelo IMC.

Nesta perspectiva definimos como principais objectivos:

i) Avaliar o índice de massa corporal da população estudantil do 1º ciclo do ensino básico do Concelho de Fafe.

ii) Despistar casos de magreza extrema, magreza, excesso de peso e obesidade.

iii) Informar os Pais/EE, Escolas e Autarquia Municipal.

iv) Indicar ao Centro de Saúde local os casos assinalados.

v) Apresentar tabelas, gráficos e curvas de evolução do IMC, por género e idade.

vi) Apresentar proposta de actividade física e de acompanhamento alimentar/nutricional para todos os casos de IMC.

vii) Diagnosticar quer nos alunos quer na família a existência de casos de doença susceptíveis de afectar o IMC dos alunos.

viii) Contribuir para a melhoria do estado de saúde das crianças do Concelho de Fafe.

Palavras-Chave:

Índice de Massa Corporal, Crianças, 1º Ciclo do Ensino Básico, Magreza, Normoponderalidade, Excesso de Peso, Obesidade, Concelho de Fafe

Cronograma:

Até final de 2014, pretende-se:

i) Informar as crianças

ii) Informar os pais/EE

iii) Informar as Escolas

iv) Informar o Centro de Saúde

v) Informar a Autarquia Municipal e Autarquias Locais

vi) Divulgar resultados na comunicação social local e nacional

vii) Divulgar estudo no Boletim Informativo da ESEF

viii) Publicar artigo na Revista Ciência ESEF

ix) Publicar Livro

x)Apresentar resultados num Congresso Nacional/Internacional

xi) Acção de Formação no âmbito do Centro de Formação (Formação Contínua de Professores)