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Resumo - Um diálogo intersemiótico

A contaminação da arte pela arte assume-se como condição apriorística de/ em todo o discurso criativo do homem. Usando o conceito do dialogismo (radicado na teorização de Mikhäil Bakhtin), poderemos estabelecer que a arte se nutre dos termos em que ela própria se define. Resulta isto de uma espécie de consciência, ou de memória do objeto artístico: a história da arte corrobora, por conseguinte, o processo dinâmico da obra artística, obra in fieri e que em si se poderia definir como inesgotável.

 

A partir de um conjunto de exemplos conhecidos do grande público, poder-se-á verificar as circunstâncias próprias de um diálogo intersemiótico, na medida em que toda a nova criação artística em geral (literária, em particular) se aproveita da leitura de criações anteriores e se proporciona a semelhante processo de (re)investidura semântica nas restantes disciplinas (ou na mesma disciplina) artísticas.

Abstract

The contamination of art by art is an aprioristic condition of/in all creative discourses of man. Using the concept of dialogismin fieri and that itself could be defined as inexhaustible. (embedded in Mikhäil Bakhtin’s theorization ), we can establish that art nourishes itself from the terms in which art is defined. This is due to a sort of conscience or memory of the artistic object: therefore, art history corroborates the dynamic process of the artistic work, work

From a set of examples known to the general audience, we can see the specific circumstances of an intersemiotic dialogue, in view of the fact that all new artistic creation in general (literary, in particular) profits from readings of previous creations and  a process of semantic (re)investiture  is offered in the remaining artistic subjects (or in the same subject).

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